Sobre a autora

meu rostoNascida e criada em São Paulo. Crescida e vivida em João Pessoa, na qual aos papéis de filha, irmã e amiga, agreguei os de mulher, ex-esposa, mãe de três filhos, radialista (locutora Nova Tambaú, afiliada SBT), jornalista (repórter TV Correio, afiliada Rede Record), e aprendiz eterna da vida e do amor.

Os textos não são trabalho nem profissão, são catarses, trabalhados em meu mais novo papel: o de paciente bipolar, tendo recebido este legado de minha mãe, mulher inteligentíssima e à frente de seu tempo, que perdeu seu próprio rumo entre dores com as quais não soube lidar e decidiu partir antecipadamente aos 42 anos. Não há como me fazer aparecer aqui nessas linhas, uma vez que qualquer tentativa de me definir, me restringe e aprisiona.

6 Comments

  1. RENATA LOPES DE OLIVEIRA SEMEGHINI

    DEIXA QUE A GENTE TE DEFINA… PARA VC NÃO COMETER ERROS:
    DE SER TÃO INTRANSIGENTE EM SUA DEFINIÇÃO..
    PARA NÃO SER TÃO MODESTA, DAS QUALIDADES A QUE POSSUI,
    PARA NÃO SER TÃO HUMILDE NAS TUAS PALAVRAS CONTRADIZENDO TEUS ATOS, DE UMA FORTALEZA,
    PARA NÃO SER TÃO RUDE CONSIGO, QUERENDO A PERFEIÇÃO, JÁ ESTÁ PROVADO QUE NÃO EXISTE PERFEIÇÃO E SIM APERFEIÇOAMENTO
    PARA NÃO SER TÃO INDIFERENTE, NA HORA DE ATRIBUIR ELOGIOS, COMENTÁRIOS, CRÍTICAS, AUTODEFINIÇÃO, POIS VOCÊ FAZ TODA A DIFERENÇA, PARA AS PESSOAS, NO MUNDO E EM ESPECIAL PARA TEUS FILHOS E AMIGOS.
    ENTÃO, NÃO VOU EXITAR EM DIZER: VC É INCRÍVEL, ADMIRÁVEL, SINGULAR, SURPREENDENTE E ACIMA DE TUDO, UM EXEMPLO!!!
    SUA ETERNA AMIGA ADMIRADORA.
    SIGA EM FRENTE..SEMPRE!!!

  2. Querida, gostaria de participar do Por do Sol de outubro, dia 6. Manda teu contato

  3. maria helena brito nogueira

    É assim mesmo. Somos muito felizes em alguns momentos mas mergulhamos em uma tristeza profunda, normalmente sem causa aparente, mas são as variações da doença. Quando damos conta das situações em que não temos bem a noção dos nossos atos e agimos por impulsos,ou mesmo em delírio,quando acordamos destas crises, queremos não ter existido. Sentimo-nos culpabilizados, até mesmo envergonhados das nossas ações, mas o pior é que é difícil de remediar esses atos, porque as pessoas envolvidas não nos aceitam como doentes e criticam sempre a nossa forma de agir.
    É muito difícil de remediar essas situações. Eu já vivi várias vezes conflitos familiares,com os quais criei inimizades e que mesmo pedindo desculpa,quando me apercebo das situações erradas em que eu estive envolvida,
    tento sempre remediar a situação, mas é difícil de aceitarem o meu erro e sair desculpada dessas situações.
    Normalmente é uma carga negativa que se tem que carregar para o resto da vida e aprender a conviver com ela.
    As pessoas ditas normais não aceitam facilmente as nossas alterações de comportamento. Acham-nos com muito mau caráter e conflituosas.
    Existe ainda outro tipo de comportamento que me é comum nas crises de mania e ansiedade provocadas por norma por certas situações de instabilidade externa, como desemprego, doença etc.
    É uma insatisfação e necessidade de me encontrar. Aí vagueio de um lado para o outro e por norma tendo a comprar coisas sem necessidade, só para minha satisfação pessoal, entrando muitas vezes em ruptura financeira.

  4. Maria Helena, você colocou muito bem como nos sentimos nas diferentes fases da doença e como é difícil nossa convivência com a família, principalmente quando não somos compreendidos.
    O que nos traz alívio é o tratamento, que diminui as crises e portanto as situações de desentendimentos. Vamos avante! Você não está só!

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